29 de mar de 2012

Tudo continua bem - Chegada a Fort Lauderdale





Após uma viagem tranqüila, chegamos ao aeroporto internacional de Miami. A passagem pelo setor de imigração é vagarosa; os fiscais parecem fazer extenso questionário às moças que viajam sozinhas. Como não temos cara de quem pretende se mudar para cá, imagino, o fiscal só pergunta quantos dias pretendemos permanecer e logo carimba os passaportes e nos libera.

Fabrício, o motorista brasileiro contratado através da internet, espera à saída, para nos levar a Fort Lauderdale (distante cerca de uma hora), onde pretendemos permanecer dois dias, antes de embarcar no Allure of the Seas para um cruzeiro pelo Caribe. Em vezes anteriores, pegamos o automóvel alugado nas locadoras localizadas próximas ao aeroporto, mas dessa vez, por chegarmos à noite, preferimos a mordomia do motorista particular. Coloquei “motorista brasileiro Miami” no Google, o site da sua agência apareceu e a combinação foi feita, inicialmente através de um telefone em São Paulo, depois por email e skipe. “Até aqui, tudo bem”, penso, novamente, ao vê-lo à nossa espera.

Chegamos ao Sheraton Beach Fort Lauderdale e a reserva, feita através de um site de hotéis, funciona. Estou apaixonada pela internet e me achando espertíssima por ter conseguido realizar tantas gracinhas, logo eu, que mal sabia apertar um botão. A necessidade ensina, posso garantir. A propósito, é por isso que a gente não precisa se preocupar, quando alguém não sabe fazer nada: aprenderá, quando sentir necessidade.





O Sheraton Beach não é luxuoso como os hotéis dessa linha no Brasil e no Uruguai, mas é muito confortável, como costumam ser os hotéis 4 estrelas americanos, com duas camas de casal tão fofas e gostosas que nem se acredita. Até as cobertas são acolchoadas e fofas, mas é tudo feito para a cadeia de hotéis; não adianta procurar, que não há à venda. Escrivaninha, poltrona, cofre embutido no armário, geladeira e TV garantem o conforto.

O café da manhã não está incluso na diária, mas pode ser pedido no quarto (pelo sistema de marcar os itens desejados, na papeleta apropriada, e deixar no lado externo da porta, antes das 2h da manhã) ou ser adquirido no bar do andar térreo e apreciado em qualquer das mesas disponíveis. O sistema causaria estranheza, se já não o conhecêssemos: escolhe-se o tipo de café desejado, croissants ou outros tipos de massas; na prateleira, pega-se um copo de suco de laranja, outro de salada de frutas, se desejados; paga-se no caixa e o pedido é entregue numa caixinha de papelão, com divisões, onde os copos, também de papelão, se encaixam. Se quiser a sacola plástica, os croissants, colocados em sacos de papel, vão para o seu interior. No balcão ao lado, há leite para acrescentar ao café, adoçante, manteiga, cream cheese, talheres de plástico e guardanapos de papel, à vontade. Tudo prático e despretensioso, como é o costume americano.

O hotel possui uma piscina na área interna e outra externa, com água do mar, espaço integrado à praia onde alguns se estendem na areia, curtindo o sol, enquanto outros brincam na água. O restaurante/cafeteria dessa área fornece desde café da manhã até lanches e almoço, para conforto dos turistas, que se conservam em trajes de banho até o anoitecer, quando a temperatura começa a cair.

No céu, esplendidamente azul, as nuvens, raras e muito brancas, parecem desenhadas por mãos infantis; no mar verde a perder de vista, flutuam embarcações de todo tipo e tamanho. A natureza privilegiou a Flórida e o homem soube valorizá-la.




4 comentários:

Ruthe Peters disse...

Que beleza de passeio, e ainda mais quando se está bem acompanhado. Que a viagem continue ótima!

Cris Palombo disse...

Desculpe não falar de onde sou. Estou tão empolgada com a independência que conquistei, depois de comprar meu notebook, que estou atropelando as coisas.
Sou de Espírito Santo do Pinhal-SP- o nome do jornal é A Cidade. Estou amando sobre a viagem. Espero que tudo continue dando certo.

Ruthe disse...

Viajar é preciso, mas saber escolher o lugar é outa coisa. Parabéns!
Beijos

Marta disse...

Olá, Cris, não conheço sua cidade, ainda, mas sempre recebo o jornal A Cidade,onde a editora, Olivia, teve a gentileza de me oferecer um espaço, sem também me conhecer. Fico feliz de saber que tenho uma leitora como você em Espírito Santo do Pinhal. Que bom que está feliz com o seu notebook, também tenho um caso de amor com o meu...